Os CAT (Centro de Atendimento ao Turista) ainda são um bom investimento? Nem tanto. Entenda os porquês. Série SIMTUR.

Sabe porque os CAT estão se tornando obsoletos? Por que ninguém mais os consulta! Simples assim. Nas rodoviárias inclusive, estão servindo muito mais para saber dos horários de embarque e desembarque, do que outra coisa.

Veja. A vasta, ampla e gratuita disponibilidade de informações na web, faz com que o ato de planejar uma viagem tenha ficado muito mais dinâmico. Se antes as pessoas tinham o(a) atendente do CAT com os folders e mapas turísticos, hoje elas as mídias sociais. Sem falar, em particular, nos vários Blogs de Viagem que relatam experiências reais de pessoas reais, adicionando dicas reais sobre possibilidades de experiências únicas e criativas que podem ser aproveitadas pelo turista. Mas isso não é tudo!!!

O ponto-chave chama-se credibilidade do real x resultado (lê-se quanto a experiência do Turista foi exitosa). Depoimentos e comentários compartilhados trazem muito mais confiança do que qualquer informação que venha da própria SECTUR. Em síntese, propagandas do Estado não convencem mais. E dentro desta perspectiva, disponibilizar um funcionário público para atender ao turista, não é definitivamente a melhor prática ou estratégia de gestão do turismo no Município. Informar a partir de uma balcão, não dá mais…

Portanto, revise sua estratégia de como você está informando e ajudando seu Turista a buscar aquilo que ele quer e encantar.  A fim de orientação, antes de pensar no que fazer, pense a solução está nas respostas a duas perguntas primordiais: Como e o que as pessoas ficam sabendo sobre o que há para fazer na sua Cidade (lê-se: conteúdo e veículo de consulta)? E, a partir disso, o que estamos fazendo para verdadeiramente enriquecer a experiência dos nossos turistas (lê-se: sua atitude) ?

Os CATs só têm sentido se fizerem parte desta resposta.  O resto é conversa a fiada e puro desperdício. Pense nisso.

 

Dúvidas, esclarecimentos? Escreva. Curta a fanpage @politicadeturismo

Abraço.

Para quem não me conhece, meu nome é Eduardo Mielke. Meu trabalho é auxiliar Governos na busca por  processos cooperativos que resultem numa melhor articulação entre ele, Terceiro Setor e o Empresariado. O resultado e o que importa mesmo, é a geração de emprego e renda local. O resto é conversa fiada.

Palestras, Workshops e treinamentos? Escreva para eduardomielke@yahoo.com.br

 

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